
Em 1975 eu voei por cima da planície de Nazca no Peru, pois as figuras e padrões só podem ser reconhecidos do ar.
Para mim, as linhas de Nazca representam o mais persuasivo trecho de evidências físicas em defesa da hipótese dos Antigos Astronautas (AA). Embora centenas de escritores gerassem milhares de páginas sobre as linhas e figuras, eu não pude achar uma explicação sensata de como elas foram feitas, ou por quem, ou para que propósito. Parece óbvio que as linhas foram feitas do ar. Elas podem ter sido usadas como marcos a ser vistos do espaço.
Eis como eu penso que elas foram feitas:
O desenho de 853 m de comprimento, a “Agulha e Linha" (Fig. 3-1, adaptado da Discover Magazine, dezembro de 2000) começa com um traço largo; o traço está focalizado em uma linha que se direciona à "agulha"; o artista usa então um movimento oscilatório para delinear as bordas de um planalto; e termina desenhando uma espiral, um motivo comum em sítios antigos (talvez seja sua assinatura dizendo-nos que ele é da galáxia, que também tem a forma de uma espiral gigantesca!)
Embora a maioria das figuras tenham sido simplesmente esboçadas com linhas estreitas, a largura variável característica do varredor, como também se pode fazer com o bocal de uma mangueira d'água, permitiu o desenho de figuras "cheias".
A aranha de 42,6 m de comprimento (Fig. 3-2) é uma das melhores figuras conhecidas de Nazca. As linhas que se estendem da perna traseira direita da aranha estabelecem que o desenho começa neste lugar. A linha de entrada, a linha paralela à direita, começou com um traço largo que foi focalizado em uma linha, e a parte traseira do inseto foi desenhada primeiro.
A maioria das outras figuras animais foi desenhada desta mesma forma, com uma linha de entrada, um esboço de linha contínua do animal, e uma linha de saída paralela à linha de entrada. Na Fig. 3-3, a linha dupla de entrada e saída une o "beija-flor" pelo bico.
O "Tridente de Paracas", um desenho de 183 m de altura, na baía de Paracas, demonstra que o poder de traço do varredor podia ser ajustado para prover uma escavação muito mais profunda que usado em outro lugar; também informou-se que os sulcos da figura espiral de Nazca teriam profundidade de "quase 30 cm". Provavelmente o Tridente é o maior petroglifo da América do Sul. Zecharia Sitchin (1990) tem um argumento bastante convincente que diz que o Tridente de Paracas era o símbolo do deus sumério Adad, ou ISH.KUR ("Ele, das montanhas distantes") que tomava conta das minas na AS. O outro epíteto dele era ZABAR DIB.BA ("Ele, quem obtém o bronze e o divide")
Aparentemente, o varredor dos AAs ajudou os incas a criar o notável sistema de "estradas" de 40.000 km. Hadingham (1987) relata que "Ao longo da costa norte... várias seções de estradas incas correm por 40 km ou mais sem qualquer divergência visível. A principal artéria litoral, em particular, ignora freqüentemente obstáculos geográficos secundários, passando diretamente por colinas rochosas em lugar de desviar-se delas."
Para outras referências sobre as linhas de Nazca vejam Isbella (1978), McIntyre (1978), Hadingham (1987), Morrison (1988), e von Däniken (1998)
Embora as linhas de Nazca sejam as mais famosas, semelhantes foram encontradas na Bolívia, nos E.U.A., no Chile, e na Grã Bretanha.
Podem ser achados outros enormes desenhos no solo do deserto de 610 km do Atacama, no Chile, a aproximadamente 960 km ao sul de Nazca. O deserto está literalmente coberto, por muitos quilômetros, com "geoglifos". Juntos, eles constituem o "jardim zoológico do Atacama", imensas figuras estilizadas. Viajando outros 400 km ao sul, na região da província de Tarapaca, em uma montanha chamada Cerro Unitas, encontra-se o "gigante", uma enorme figura (183 m) no chão com "antenas" que irradia de lado e do topo de sua cabeça. O desenho "não pode ser reconhecido do chão pois encontra-se por cima da crista da montanha." (Clarke, 1982). Isto eu tomo como sendo uma evidência de que estas figuras foram criadas do ar. Sua localização próxima à "solitária montanha" sugere igualmente que era uma figura balizadora. É a maior figura estilizada conhecida feita no solo.
Zecharia Sitchin (1980) escreve sobre o paralelo 30, informando que nesta linha se encontra o sítio de Tilmun e as "cidades sagradas" de Gisé-Heliópolis (Egito), Eridu (Mesopotâmia), Persépolis (Pérsia), Harappa (vale do Indo), e Lhasa (Tibete). Ele sugere mais adiante que "Realmente, se nós estudássemos todos estes sítios, toda a Terra provavelmente estaria circundada."
O deserto de Nazca – um sítio de prova e de calibração para os dispositivos utilizados para marcar a Terra? por AAs? do ar? Eu penso assim!

Aranha gigante: desenho de 46 metros escavados na superfície castanho-avermelhada do deserto, em Nazca (Peru).

Desenhos pintados nos penhascos da região desértica do Atacama (Chile)

Macaco gigante, de 60 metros de altura, também em Nazca (Peru).

Superfície trapezoidal e pista que chegam a ter 3,6 km de comprimento, em Nazca (Peru).

Mais superfícies trapezoidais e pistas, em Nazca (Peru).