Este objeto é absolutamente concludente. Sem dúvida, em lugar de ser um ponto de referência nos estudos arqueológicos, o objeto tem sido relegado ao esquecimento, como tantos e tantos outros que põem em apuros os cambaleantes alicerces da ciência:
O objeto foi encontrado numa escavação em Topakkrale (Turquia) e tem a idade de 3.000 anos.
Ele não se encaixa no tempo em que se produziu, é absolutamente anacrônico, e sem dúvida é algo antiquado para nosso tempo (atual), a não ser que o desenho dos futuros foguetes e naves espaciais sigam em retrocesso. A figura é comparável unicamente a um artefato de fabricação humana realizado no século XX, entre 1950 e 1980, concretamente o foguete Saturno V ou o módulo de serviço das naves Apollo.
Que significa isto? Uma de duas:
1. A pessoa que criou o objeto teve uma visão do futuro e o plasmou na pedra.
2. A pessoa que criou o objeto viu como se materializava diante de seu nariz aquele aparato e o modelou na pedra para deixar a marca daquela singular "visita", faltando-lhe, talvez, um pequeno detalhe: a palavra NASA.
Visão do futuro ou astronautas chegados do futuro, quem sabe o que há detrás desta enigmática figura?
Temos uma mostra PALPÁVEL de algo absolutamente extraordinário, que toca questões como as visões futuras, as possíveis viagens no tempo ou a visita de seres tecnologicamente avançados em épocas muito antigas e ninguém a nível "oficial" se mostra interessado.
Enfim, essa imagem imediatamente faz lembrar as cápsulas do "Projeto Mercury", pelas dimensões e configuração se encontra uma enorme semelhança. É curioso, afinal de contas foi o primeiro projeto sério dos americanos com o objetivo de mandar o homem ao espaço. Que conotações teriam isto? Nem idéia, mas tendo em conta que há outros registros históricos como, por exemplo, os desenhos dos "vimanas" do Mahabarata, baseados em naves a propulsão, quem sabe o que estamos deixando no tinteiro? Tudo isto é mesmo fascinante...
O astronauta na nave encontrava-se no museu arqueológico de Istambul...
Foi encontrado em 1973 em Toprakkale (antiga Tuspa), mede 23 cm de comprimento, 9,5 cm de largura e 8 cm de altura, estima-se sua antiguidade em 3.000 anos e pesa pouco, o que se supõe que tem mescla de materiais.
Uma versão conta que o possuía um turista que queria tirá-lo do país e foi confiscado a tempo (excelente pretexto para o que se segue...).
Não foi exibido devido a que não se encaixava com o estilo da época, por esse motivo, foi considerado falso.
Então, para quê o confiscaram?
Sitchin persuadiu ao diretor do museu exigindo e intercambiando informação com outros achados similares (Coluna de pedra com um astronauta com ferramenta estranha, os atlantes, etc. em Tula - México).
Ao final, em 1997, foi exibido ao público numa vitrina de onde compartia o lugar junto com outras supostas ´falsificações´... até que trocaram o diretor do museu, pois voltaram a escondê-lo da vista do público...
Obs.: Topakkrale foi uma fortaleza erguida pelo antigo reino de Urartu, próximo à cidade de Van no sudeste da Turquia e originalmente conhecida como Tuspa. Mais em http://www.megalithic.co.uk/article.php?sid=15038
por Laura Lee (www.lauralee.com)
Seria esta uma réplica (vide fotos) de uma antiga cápsula de foguete de um único assento? Isto é o que parece para Zecharia Sitchin, a principal autoridade e estudioso da teoria dos antigos astronautas da atualidade. Abandonado no Museu de Arqueologia de Istambul, na Turquia, por um quarto de século, Sitchin recentemente convenceu o museu de que este artefato pode ser mesmo muito antigo, e não uma moderna fraude que concluíram devia ser, simplesmente porque a visão atual da nossa História Antiga não inclui foguetes.
Em seu artigo na Atlantis Rising Magazine, edição 15, Sitchin descreve este objeto como "um modelo esculpido em escala do que, aos olhos modernos, parece-se com uma cápsula em forma de cone... Alimentada por um conjunto de quatro motores de exaustão que cercam um motor de exaustão maior, na traseira, a cápsula tem espaço para um único piloto - como mostrado na escultura."
Ele descreve o piloto como sentado com as pernas dobradas contra o peito, e vestindo um traje pressurizado de uma peça só que se transforma em botas nos pés, e luvas nas mãos, e desde que a cabeça do piloto está faltando, não podemos saber se o piloto usava um capacete, óculos de proteção, ou outro utensílio. O artefato mede 23 centimetros de comprimento, 9.5 cm de altura, 8 cm de largura. Sitchin gastou anos procurando o artefato, até que o encontrou no Museu de Arqueologia em Istambul. Ele foi escavado em Toprakkale, uma cidade conhecida em épocas remotas como Tuspa, onde o reino de Urartu existiu momentaneamente há 2500 anos atrás. Os curadores do museu decidiram que este pequeno artefato deve ser uma fraude porque difere do estilo da época, e mais importante, ele se parece com uma cápsula espacial. Eles raciocinaram que desde que não havia nenhuma cápsula espacial em épocas remotas, deve ser uma falsificação moderna, uma brincadeira bem elaborada, feita do emplastro de Paris e do pó de mármore.
Entretanto, durante a visita de Sitchin a Istambul e ao museu em setembro 1997, ele encontrou-se com o diretor, o Dr. Pasinli, que tirou o artefato de uma gaveta, e permitiu a Sitchin examiná-lo e fotografá-lo. Pareceu a Sitchin ter sido cavado de uma pedra porosa, de cinza vulcânica, os detalhes muito precisos. O Dr. Pasinli perguntou a Sitchin o que ele achou. Não está fora do contexto, Sitchin disse ao diretor e seus colegas, quando você o compara aos vários artefatos que parecem também representar uma antiga civilização vinda do espaço.
Em "Os Reinos Perdidos" de Sitchin, pode-se encontrar ilustrações dos artefatos que parecem representar astronautas barbados e cápsulas no México, e no Líbano, o que pode ser um foguete numa plataforma de aterrissagem. Recomendou aos diretores do museu permitir aos visitantes decidirem por si o que é aquilo, em vez de indicar suas próprias dúvidas sobre a autenticidade do artefato.
Isto foi o bastante para convencer os curadores a finalmente expor o objeto ao público. Certifique-se de dar uma olhada você mesmo da próxima vez que for a Istambul!